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Acusados de chacina em Mato Grosso vão à júri popular este mês

A primeira Vara Criminal de Cuiabá definiu mais 10 sessões de júris populares que serão presididas pela magistrada Mônica Catarina Perri Siqueira. Nesta sexta-feira a partir das 13h30, Pedro Henrique Vital da Silva, vai ser julgado pelo homicídio de Evandro da Costa Nunes, ocorrido em outubro de 2010, no bairro Santa Izabel. De acordo com os autos, o denunciado confessou o crime, alegando que discutiram porque Pedro Henrique não quis emprestar uma arma para o réu praticar um assalto. Contrariado, Evandro bateu em Pedro e, posteriormente,  atirou nele, causando sua morte.

O réu Caique Conceição Lemes, que está preso, será julgado dia 21, pela morte de Claudinei Leôncio Wageman, ocorrida em maio de 2015. Ele e Eziel Liandro Pachori foram acusados de matar a vítima com tiros, por desavenças após a prática de um roubo em conjunto. Eziel foi julgado e condenado pelo homicídio em outubro deste ano, e o processo desmembrado em relação a Caique, a pedido da defesa.

Dia 28 de novembro sentam no banco dos réus José Admilson Pires dos Santos, Helbert de França Silva e Jonathan Teodoro de Carvalho, pelo triplo homicídio de Márcio Melo de Souza, Wellington Ormond Pereira e Vinicius Silva Miranda, e homicídio tentado de Alan Chagas da Silva. Segundo a denúncia, os acusados agiram por motivação torpe e utilizando recurso que dificultou a defesa das vítimas. A chacina ocorreu em abril de 2016, na comarca de Várzea Grande. O pedido de desaforamento foi julgado procedente e o processo referente aos três acusados citados acima foi desmembrado por determinação da Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, em agosto deste ano.

José Admilson, Helbert e Jonathan foram presos na “Operação Mercenários”, deflagrada pela secretaria estadual de Segurança Pública, por meio das polícias Civil, Militar e Politec, com objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de envolvimento em vários crimes de homicídio por encomenda.  A informação é da assessoria do Tribunal de Justiça.

Só Notícias (foto: assessoria/arquivo)