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Favorito, Palmeiras encara São Paulo hoje pelas semifinais do Paulistão

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Palmeiras e São Paulo fazem neste domingo, às 16h, no estádio do Morumbi, o primeiro clássico válido pelas semifinais do Campeonato Paulista. O time alviverde entra em campo como favorito, porém terá que superar um retrospecto negativo na história de mata-matas com o rival tricolor.

A única vez que a equipe do Parque Antarctica eliminou a do Morumbi nessa forma de disputa foi durante as oitavas-de-final da Copa Havelange de 2000, quando o volante Galeano marcou o gol da vitória por 2 a 1 no segundo jogo – o primeiro terminou 1 a 1.

Já o clube tricolor levou a melhor por dez vezes. Até 1987, as duas equipes nunca tinham se enfrentado pelo sistema de mata-mata ida e volta. No Campeonato Paulista daquele ano, após um empate por 0 a 0, o São Paulo ganhou a partida de volta por 3 a 1, com dois gols de Muller e um de Neto.

Pelo Estadual, eliminou o rival alviverde também em 1992 e 1998. Na Copa Libertadores da América, foi superior em 1994, 2005 e 2006; pela Copa do Brasil, em 2000; pelo Rio-São Paulo, em 1998 e 2002; e pelo Supercampeonato Paulista, em 2002.

Mandante da partida, o São Paulo entra em campo à beira de uma crise, segundo seu próprio vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva. “Quando a crise prenuncia, ela exige mudanças normalmente previsíveis”, afirmou o cartola na última sexta-feira, na chegada do elenco após a derrota para o Audax Italiano, pela Libertadores.

Do outro lado, embalado por uma seqüência de dez vitórias na temporada e há 14 jogos sem perder, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo vai a campo rechaçando o status de favorito.

“Não tem vantagem nenhuma. A história do futebol mostra o contrário. Falam em crise, crise, crise, crise, e o time vai lá e ganha. Isso é futebol. O São Paulo é um adversário muito forte que tem que ser respeitado”, decretou Luxemburgo.

Além do momento favorável, o Palmeiras leva vantagem porque teve a semana inteira para trabalhar, enquanto o São Paulo foi ao Chile e perdeu por 1 a 0 na quinta-feira.

“Se esse jogo [contra o Audax] fosse na quarta-feira, seria melhor. Não vai dar para o time se preparar. Vamos apenas descansar e recuperar para jogar o clássico”, lamentou o técnico Muricy Ramalho, na última terça-feira.

Já os jogadores, na véspera do duelo, evitaram falar em crise. “Não tem crise aqui, tem que perguntar para quem colocou isso”, opinou Richarlyson. “Eu não vejo assim e o grupo também não. A gente vem de um resultado ruim porque não jogou bem, mas perder fora de casa na Libertadores é normal”, endossou Zé Luis.

Fora de campo, muita rivalidade desde maio de 2007. Os últimos três confrontos dos rivais paulistanos terminaram na Justiça, com jogadores suspensos. Dessa vez, a briga nos bastidores foi para definir onde seria o jogo de volta, marcado para o dia 20.

O Palmeiras levou a melhor e conseguiu convencer a Federação Paulista de Futebol a marcar a partida no estádio do Parque Antarctica. Como troco, o São Paulo diminuiu o número de ingressos reservados aos palmeirenses para o clássico deste domingo.

Luxemburgo tem todo o elenco à disposição, enquanto Muricy Ramalho tem problemas para montar sua equipe. De todo o elenco, ele não pode contar com dez jogadores. Por outro lado, espera a volta de Zé Luis, que ficou afastado durante a semana tratando de dores na coxa esquerda. A escalação, porém, é um mistério.

São Paulo
Rogério Ceni; Joilson, André Dias, Miranda e Júnior; Zé Luis (Alex Silva), Richarlyson, Hernanes e Jorge Wagner; Dagoberto e Adriano
Técnico: Muricy Ramalho

Palmeiras
Marcos, Élder Granja, Gustavo, Henrique e Leandro; Pierre, Léo Lima, Diego Souza e Valdivia; Kléber e Alex Mineiro
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

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