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UFMT leva projetos de sustentabilidade e ciência a adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa em Sinop

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

A UFMT Campus Sinop e o Centro de Atendimento Socioeducativo masculino de Sinop (CASE) estão ampliando a parceria. Uma série de projetos de extensão nas áreas de sustentabilidade, ciência, educação, cultura e finanças será implementada com adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa.

Entre os que chegarão ao CASE estão Gaia – Rede de Cooperação para a Sustentabilidade, Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica, Clube de Leitura com Ciência, De Olho no Céu de Sinop, Educação Financeira, Olá UFMT, Origami e Minhocarinho, além da possibilidade de um Sistema Agroflorestal (SAF).

A diretora da unidade, Lucélia Primo, explica que esta fase, chamada de “Conexão Socioeducativa UFMT CASE”, responde a demandas do trabalho cotidiano. “A ideia de expandir os projetos nasce da necessidade de fortalecer essa política e trazer mais qualidade para o trabalho que já é feito. Quando aproximamos a universidade desse contexto, abrimos espaço para pesquisa, troca de conhecimento e novas formas de atuação”.

O impacto, segundo ela, vai além das atividades pontuais. “Tem um papel muito importante de mostrar possibilidades para esses jovens. Quando a universidade chega mais perto, eles começam a se enxergar em outros lugares, principalmente na educação. Os projetos também apoiam a equipe técnica e fortalecem o trabalho dentro da unidade”.

O professor do ICNHS, Edson Pereira Barbosa, lembra que a parceria começou quando o Socioeducativo ainda funcionava no centro da cidade, com uma pequena horta. “Esse trabalho não foi contínuo. Agora, com uma unidade definitiva e organizada, estamos trabalhando com oficinas”.

Edson destaca que o foco é fortalecer a equipe do CASE — professores, psicólogos, assistentes sociais, segurança e técnicos. “A ideia é que, aos poucos, o Socioeducativo assuma o trabalho. Todos estão envolvidos no planejamento”.

Ele observa alto interesse dos adolescentes. Na oficina de bokashi, o uso do termômetro para medir a temperatura da compostagem chamou a atenção. “A horta está ativa até hoje, mesmo com muita chuva, eles têm alimento para tirar”.

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