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Proposta para ampliar o ensino integral nas escolas estaduais em MT é debatida com técnicos

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O programa "Escolas em Tempo Integral (ETI)", que prevê a implantação do ensino integral em 15 escolas do Estado, apontadas como aptas a receber a modalidade de ensino, conforme critérios definidos pelo Ministério da Educação, foi debatida, hoje, em Cuiabá, por secretários-adjuntos, superintendentes, coordenadores e gerentes da Secretaria Estadu de Educação. Segundo a gestora do projeto, Célia Margarida de Campos Leite, após o levantamento das escolas, o momento é de compartilhar e discutir as informações. “Estamos organizando as informações para a adesão das escolas e, agora, chegou a hora de compartilhar com os demais setores da Seduc”, informou.

Hoje, quatro escolas estaduais de Ensino Médio oferecem o ensino integral, sendo duas na capital (Escola José de Mesquita e Antônio Epaminondas) e duas em Rondonópolis (Escola Pindorama e Escola André Antônio Maggi). A ideia é ampliar esse número para 15.

Com as unidades pré-selecionadas, caberá agora ao Ministério da Educação apontar se elas estão aptas a ofertar o ensino integral. “Ainda estamos esperando uma resposta do ministério, mas é importante apresentar aos demais setores da secretaria, já que é um programa que deve ser construído e abraçado pela comunidade escolar e por todos os servidores”, ressaltou a gestora.

Para Célia, a reunião foi positiva. “Apesar de alguns já estarem familiarizados com o projeto – por conta das quatro instituições que já ofertam o ensino integral –, tivemos alguns questionamentos que foram respondidos e, com o caminhar do projeto, conseguiremos esclarecer todas as ações”.

Há poucos dias, o secretário Marco Marrafon se reuniu com diretores e assessores pedagógicos das 15 escolas inscritas no ministério para receber a nova modalidade de ensino e ressaltou que a proposta ainda está em discussão, mas que visa a ampliar significativamente a oferta do ensino integral em Mato Grosso, nos próximos dois anos.

As escolas que aderirem ao projeto terão o aporte anual de R$ 2 mil por aluno. “Só ofereceremos o ensino integral se pudermos oferecê-lo com qualidade. Esse é o princípio que norteia o projeto que, aliás, está sendo construído a partir do que foi colocado como meta no Plano de Governo do governador Pedro Taques”, informou o secretário.

A assessoria também informa que programa visa ampliação da jornada escolar e formação integral dos estudantes, tanto no aspecto cognitivo, quanto no aspecto sócio-emocional.

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