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Setor teme retaliação da carne mato-grossense devido aftosa na Bolívia

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Apesar de diversas medidas desencadeadas pelos governos federal e estadual, na fronteira com a Bolívia, para evitar que o foco de febre aftosa no país afete rebanhos brasileiros, o setor teme a retaliação de alguns mercados na importação da carne mato-grossense. O superintendente do Ministério da Agricultura em Mato Grosso, Paulo Bilego, disse ao Só Notícias/Agronotícias que uma das preocupações é com o mercado russo. Pelo tratado internacional de exportação, o país determina o bloqueio do produto do país ou Estado que tiver o foco de aftosa por dois anos, já Estados vizinhos ficam um ano impedidos de exportar.

Essa medida foi tomada quando confirmados focos de aftosa no Mato Grosso do Sul e Paraná. O embargo russo para a carne mato-grossense durou quase um ano. “Eu espero que não aconteça porque a União Européia já não tem essa visão. Se a Bolívia circunscrever o foco dentro do país, só ela será penalizada, e nós temos certeza que isso vai acontecer”, acrescentou. “Seria lamentavelemnte uma catástrofe para o Mato Grosso o aparecimento da aftosa por causa da Bolívia. Mas estamos desenvolvendo um trabalho com uma logística imensa, um custo operacional altíssimo, fazendo uma barreira de homens, equipamentos e técnica para que esse vírus fique na Bolívia”, destacou Bilego.

Ele alertou os cuidados que os próprios pecuaristas devem tomar na fronteira, principalmente com a vacinação. “Precisamos de uma conscientização imensa dos produtores, evitando o trânsito na Bolívia, para dentro do Brasil, e fazer valer a única arma que é a vacinação”, concluiu.

Atualmente, cerca de 27 frigoríficos mato-grossenses são autorizadas à exportar carne bovina para a Rússia.

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