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Setor empresarial de MT defende medidas para reduzir efeitos negativos do coronavírus na economia

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Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, se reuniu, hoje, com o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat) e da Associação Comercial de Cuiabá (ACC), Jonas Alves, defendeu medidas urgentes pelo governo do Estado para minimizar os efeitos do coronavírus na atividade econômica e no emprego da população mato-grossense. Uma das alternativas sugeridas pelo presidente da Facmat ao secretário seria postergar o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) das empresas para os próximos três meses, compromisso que neste momento está tirando o sono dos empresários, preocupados em conseguir honrar suas contas junto ao Estado e seus funcionários, com pagamentos de salários e obrigações trabalhistas.

“O momento é muito delicado e preocupante. Precisamos, juntamente com o Governo do Estado, estudar algumas medidas econômicas de benefício aos comerciantes. O Estado precisa ajudar os empresários, postergando o recolhimento do imposto e, quem sabe, parcelando a dívida na frente para conseguir manter a sobrevivência das empresas”, reforçou o presidente Jonas Alves. Outra sugestão dele é o empenho do Estado em ajudar a resolver uma das medidas do pacote contra o efeito do coronavírus na economia, anunciado ontem, pelo governo federal. Entre as propostas está previsto o adiamento, por três meses, dos tributos federais contemplados no Simples Nacional.

No entanto, explica o presidente da Facmat, isso é impossível, pois o Simples gera em uma única guia os impostos federais, estaduais e municipais. “Precisamos muito do auxílio dos Estados e dos Municípios com representação no Comitê Gestor do Simples Nacional a aderirem à medida, do contrário haverá uma inadimplência fiscal sem precedentes”, conclui.

O secretário César Miranda vai conversar sobre as medidas econômicas sugeridas pela federação com o governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, e dar um posicionamento para a entidade, informa a assessoria.

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