O segmento de serviços de transportes, serviços auxiliares de transportes e de correio e outras atividades de entrega tiveram receita de R$ 44,3 milhões em 2023, conforme divulgado, nesta semana, pela pesquisa anual de serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A área tinha mais de 6,9 mil empresas abertas, com 65 mil pessoas empregadas.
Após o segmento de transportes, vêm os serviços profissionais e administrativos (mais de R$ 11 milhões), serviços prestados às famílias como atividades culturais, esportivas e de ensino (R$ 6,2 milhões), serviços de informação e comunicação (R$ 5,5 milhões), atividades imobiliárias (R$ 1,09 milhão), outras atividades de serviços (R$ 2,3 milhões) e serviços de manutenção e reparação (R$ 1 milhão), totalizando mais de R$ 71,7 milhões.
Nacionalmente, entre 2014 e 2023, a atividade de transportes perdeu a liderança na receita operacional para o segmento de serviços profissionais e administrativos, exceto em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Realizada desde 1998, a pesquisa retrata as características estruturais das empresas prestadoras de serviços não financeiros no país. Esse setor possui uma elevada participação no produto interno bruto (PIB) e no total de empregos formais, além de ser marcado por grande variedade de atividades, conciliando capacidades distintas de geração de receita, emprego, intensidade tecnológica, segundo o IBGE.
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