PUBLICIDADE

Representantes do Cipem cobram crédito para empresas do setor florestal

PUBLICIDADE

Representantes do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) cobraram de dirigentes do Banco da Amazônia (Basa) a apresentação de crédito voltado para o financiamento das empresas do setor. A reunião aconteceu, em Cuiabá.

O diretor executivo do Cipem, Álvaro Leite, explicou a forma que o setor de base florestal desenvolve sua atividade econômica (Manejo Florestal Sustentável), a contribuição do segmento para a economia do Estado por meio da arrecadação tributária, geração de emprego e para a conservação do meio ambiente. "Precisamos verticalizar a economia do Estado agregando valor à madeira, não podemos deixar sair do Estado apenas madeira serrada, mas como produto acabado melhorando a competitividade e investindo na qualidade dos produtos para que possamos colocá-los em outros Estados e, até mesmo, em nível internacional", disse por meio da assessoria.

O diretor também destacou que outro grande desafio do Cipem é criar alternativa para a destinação dos resíduos sólidos das indústrias madeireiras. "Estamos pesquisando uma forma de solucionar essa grande dificuldade dos empresários do segmento florestal e vejo que o Banco da Amazônia poderia ser um grande parceiro nessa causa, que visa a sustentabilidade ambiental e no crescimento financeiro das indústrias".

Para o superintendente regional do Basa, Francimar Rodrigues Maciel, o setor de base florestal é tão importante quanto os demais setores para a instituição. "A atividade econômica do setor de base florestal, desde que atendam todas as normas referentes ao meio ambiente e também às questões sociais, tem todas as características de sustentabilidade, requeridas pelo Banco da Amazônia. Acreditamos que o empreendedorismo consciente, exploração dos recursos naturais em bases sustentáveis, é fundamental para a preservação do meio ambiente, e, por isso, deve ser apoiado com prioridade por nossos serviços financeiros".

"Temos total interesse em apoiar o setor florestal. Para esse fim, dispomos de linhas de crédito com condições adequadas, que podem atender perfeitamente as necessidades de investimento e custeio dos empreendimentos (projetos de manejo, reflorestamento, beneficiamento e comércio de madeira etc)", explicou Maciel.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Segunda maior importadora do Estado, Sinop diminui volume de negócios

Indústrias sediadas em Sinop importaram inúmeros produtos, de diversos...

IBGE aponta aumento na renda dos mato-grossenses

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou,...

Ministro do TCU libera novos consignados do INSS após recurso

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)...
PUBLICIDADE