
Nas últimas 4 semanas, o preço médio ao consumidor final oscilou entre R$ 2,42 e R$ 2,37. “Em Cuiabá tem companhia promovendo descontos generosos para os postos que revendem produtos dela e, em alguns momentos para postos de bandeira branca”, comenta o diretor-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindipetróleo), Nelson Soares Júnior.
Segundo o sindicato, há 15 dias outras duas distribuidoras com atuação no mercado nacional adotaram a prática de redução de preços para todos os clientes varejistas. “Agora elas suspenderam essa ação e ficou só uma distribuidora com preço reduzido. O mercado e a concorrência é livre, mas isso gera uma confusão na cabeça do consumidor”, avalia o diretor do Sindipetróleo. Ele reforça que o preço mínimo atualmente verificado em alguns postos resulta de uma briga de preços entre distribuidoras e não entre os postos.
Há 40 dias, o administrador de um posto de combustível em Cuiabá, Max Rodrigues, comercializa o etanol a R$ 1,99. “Conseguimos este preço em negociação com a companhia, mas nem todos entram nesta ação”, explica. Atualmente 90% das vendas no posto administrado por ele é atribuída ao etanol.


