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Internet 4G barateará serviços oferecidos atualmente, diz ministro

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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou nesta sexta-feira (27) que os preços dos serviços 4G (tecnologia de quarta geração para internet móvel) deverão ser um pouco mais altos que os das tecnologias oferecidas atualmente, no entanto, não serão exorbitantes.

"Não pode ser muito diferente do que é hoje, senão as pessoas não vão mudar para a nova tecnologia. Se for um preço exorbitante, as pessoas vão preferir ficar. O que eu tenho lido é que o 4G vai ser um pouco mais caro e, consequentemente, vai baixar o 3G. A tendência é que quem tem poder aquisitivo vai querer migrar imediatamente para o 4G, que tem um serviço até dez vezes mais rápido", informou Bernardo.

Segundo a Agência Brasil, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) espera arrecadar pelo menos R$ 3,85 bilhões com o leilão da faixa de frequência de 2,5 Ghz (giga-hertz) – que será destinada à tecnologia 4G -, marcado para o dia 12 de junho. No total serão leiloados seis lotes, e o vencedor será aquele que oferecer o maior serviço pela outorga de cada um deles.

Concorrência acirrada
O ministro das Comunicações informou que haverá uma concorrência acirrada no leilão. "Pelo interesse que as empresas têm demonstrado, pelas características do mercado brasileiro e pela forma como foi montado o leilão, não temos dúvida de que vai ter uma disputa acirrada, principalmente nos lotes nacionais. Com certeza, todos serão vendidos", explica.

O presidente da Anatel, João Rezende, compartilha da opinião do ministro, e acredita na concorrência, tanto para o leilão da faixa 2,5 GHz como para o da faixa de 450 MHz (mega-hertz), que servirá para ampliar a cobertura dos serviços de telefonia móvel e internet na área rural.

"O Brasil é um mercado que tem competitividade e é o mais seguro hoje para atração de investimentos, porque as condições favorecem, inclusive com o crescimento da renda da população", argumenta Rezende.

 

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