domingo, 1/fevereiro/2026
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Etnoturismo integra plano de empregos sustentáveis em Mato Grosso

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Um workshop sobre Economia Verde promovido pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas), esta semana, em Cuiabá, debate diversas iniciativas que podem ser desenvolvidas no estado para a geração de empregos sustentáveis. A programação, além das abordagens teóricas sobre o tema, conta ainda com apresentação de ações que são elaboradas pelos diversos segmentos da cadeia produtiva do turismo.

O coordenador de Pesquisa e Planejamento do Turismo da Sedec, Diego Augusto, o secretário de Cultura e Turismo de Campo Novo do Parecis, Vanderlei Guollo, o presidente do Conselho Municipal de Turismo, João Ricardo juntamente com o cacique Rony Valter, da aldeia Wazare apresentaram ao público os detalhes da Rota do Parecis – 1º roteiro turístico indígena do Brasil que está sendo desenvolvido na Região, apontando quais os pontos positivos e quais os entraves que precisam ser melhorados para otimizar os resultados.

“Ter a presença dos próprios índios nesta rodada de debates é importante porque eles podem trazer apontamentos mais condizentes com a realidade, pois estão vivendo o dia a dia. Além disso, são os mais interessados no sucesso do projeto que permitirá sustentabilidade para a comunidade local. Hoje, muitas aldeias indígenas enfrentam dificuldade porque não tem outras fontes que podem gerar renda e trabalho. Enxergamos o turismo sustentável como uma ferramenta estratégica no processo de fortalecimento das comunidades e no desenvolvimento econômico. Com a criação da Rota do Parecis, o governo estadual afirma o seu compromisso com o etnoturismo e aposta no turismo sustentável como uma de suas principais atividades econômicas nos próximos anos”, explica Diego.

A participação no workshop é o pontapé inicial para o plano de ação dentro do programa Parceria para Ação pela Economia Verde (Page) lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual Mato Grosso está inserido. O objetivo da Page é criar novos empregos e áreas de atuação, promover tecnologias limpas, reduzir a pobreza e os riscos ao meio ambiente, além de ajudar 30 países, pelos próximos sete anos, a criar estratégias nacionais que estimulem o desenvolvimento sustentável.

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