O acumulado das chuvas nos últimos quinze dias variaram entre 90 e 150 milímetros, no Estado, considerado índice pluviométrico elevado no período de colheita da soja. Apesar desse cenário, esses volumes foram inferiores aos observados no mesmo período da safra passada, o que permitiu que a colheita da oleaginosa avançasse em ritmo superior à média histórica, e ao registrado na safra anterior. Além disso, a projeção do NOAA para a última semana de janeiro indica volumes de chuvas entre 45 e 65 milímetros na maior parte do Estado.
Na análise de médio prazo, o modelo Ensemble Mean aponta que as anomalias de precipitação para fevereiro deverão ser negativas, entre 1 e 2 milímetros por dia, o que, se confirmado, deve beneficiar o progresso das máquinas e mitigar as perdas por grãos avariados. Por fim, para março, a projeção estima a retomada das precipitações à normalidade, fator que deve contribuir para o desenvolvimento do milho de segunda safra.
Na semana passada, em Mato Grosso, o preço da saca disponível teve desvalorização de 1,02% no comparativo semanal e fechou, na última sexta-feira, a R$ 102,61.


