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“Canalhice e armadilha”

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O procurador geral de Justiça no Estado, Mauro Curvo, confirmou, em nota, que seu nome e o do promotor de Justiça Marcelo Ferra de Carvalho, atual sub-procurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional do MP, foram citados durante investigação do caso dos grampos telefônicos ilegais feitos por policiais militares. Cuvo afirmou que não tem dúvidas que a "tentativa de envolver o nome de membros do Ministério Público é uma “canalhice” e de total despropósito com a finalidade de enfraquecer a instituição. Assegurou que confia no Poder Judiciário e que adotará todas as providências cabíveis para responsabilizar os envolvidos". Curvo afirma ainda "que a “armadilha” é tão evidente que até mesmo o nome do promotor de Justiça Marcelo Ferra de Carvalho, que atuou até o mês de agosto no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), e que não está acompanhando o processo foi citado. Até o momento, a única participação de Marcelo Ferra em relação a esta matéria foi na sessão do pleno que decidiu pelo recebimento da denúncia oferecida pelo Ministério Público contra os militares"

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