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Força Tática de Sinop faz buscas no rio e BOPE em mata atrás de assaltantes de cooperativas no Nortão

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Só Notícias/David Murba (fotos: reprodução)

A equipe da Força Tática de Sinop formada por oito militares percorreu o rio Juruena, na região da MT-208, próximo ao distrito de Japuranã que pertence à Nova Bandeirantes (521 quilômetros de Sinop) onde um bando criminoso fortemente armado assaltou duas cooperativas de crédito, no dia 4 deste mês. Outra equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) também está na mata verificando possíveis esconderijos. Hoje é o décimo terceiro dia de operação na região e não há prazo para terminar.

“Continuamos as buscas, ontem, tivemos muitas informações da comunidade e checamos todas. Acreditamos que eles (suspeitos) ainda se encontram na região, na mata e continuamos firme nas buscas para localizá-los e capturá-los. Estamos definindo perímetros, estamos por água, terra e ar. É uma área extensa com mata fechada e pastagem. O acesso é um pouco difícil, mas estamos verificando todos”, disse, há pouco, ao Só Notícias, o tenente-coronel, Ronaldo Roque da Silva.

A Força Tática de Sinop também percorreu grande extensão do rio Juruena e entrou nas ilhas que ficam ao meio do rio. “É uma região de garimpo, fizemos buscas na beira do rio e pousadas. Também fizemos a travessia”, expôs o major e comandante do grupo, Rodrigo Varela. Nessa região também há uma balsa que faz a travessia de veículos para um trevo que dá acesso a Cotriguaçu, Juruena, Juína entre outras cidades.

O setor de inteligência aponta que ao menos 8 homens continuam escondidos. Na última sexta-feira, conforme Só Notícias informou, em primeira mão, os policiais do BOPE mataram quatro acusados de envolvimento com os crimes. Eles chegaram a ser levados para o hospital do município, mas não resistiram aos ferimentos. Um dos bandidos, chegou a ser preso acusado de tráfico de drogas e direção perigosa, em Sinop.

Com os bandidos, os policiais recuperaram R$ 164 mil. Também foram apreendidas diversas armas, munições e roupas militares usadas pelos criminosos. Durante o assalto, os bandidos usaram reféns como escudos humanos. Em uma das agências, mais de dez moradores acabaram sendo obrigados a ficarem na frente de uma cooperativa, sem camisas, com as mãos na cabeça, enquanto os bandidos roubavam dinheiro. Os criminosos fizeram diversos disparos para o alto para intimidar a ação da polícia.

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