
Segundo o relatório da concessionária que administra 850,9 km da BR-163, o maior índice de evasão ocorreu na praça de pedágio de Rondonópolis, onde foram registrados 18% dos casos. O posto de Cuiabá, com 14%, ficou em segundo lugar, seguido das praças de Campo Verde e Jangada, com 12%, cada.
De acordo com o gerente de Operações Wilson Ferreira, o maior problema com relação à prática é o comprometimento da segurança dentro da praça de pedágio, onde há fluxo intenso de veículos e funcionários.
“Normalmente, quando o motorista tem o interesse em passar sem pagar, ele trafega acima da velocidade permitida na praça, correndo o risco de colidir em outro veículo ou mesmo atingir uma pessoa que está na região trabalhado”, informou, por meio da assessoria.
O levantamento aponta ainda que houve uma redução de 23% no número de casos, se comparado com o mesmo período de 2017. Ferreira pontua que essa queda tem relação com o trabalho realizado em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atua na orientação dos motoristas sobre os riscos da evasão de pedágio e autuando os infratores.
De acordo com o artigo 209 do CTB, “transpor, sem autorização, bloqueio viário com ou sem sinalização ou dispositivos auxiliares, deixar de adentrar às áreas destinadas à pesagem de veículos ou evadir-se para não efetuar o pagamento do pedágio é infração grave e penalizada com multa.


