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Soja: preços têm estabilidade nos portos e recuam no interior

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Sem a referência do mercado na Bolsa de Chicago com o feriado do Memorial Day nos Estados Unidos comemorado nesta segunda-feira, os preços da soja no Brasil registraram um início de semana bastante estável. O dólar, afinal, também registrou uma movimentação limitada. A moeda americana fechou com uma pequena alta de 0,13% para R$ 3,2695. “A falta de liquidez deve provocar oscilações, com poucos negócios tendo mais influência sobre as cotações”, afirmou o gerente de câmbio da corretora Fair, Mário Battistel á agência de notícias Reuters.

No porto de Paranaguá, a soja disponível encerrou o dia com R$ 68,50 por saca e, em Rio Grande, com o mesmo valor. Já no terminal de Santos, R$ 69,20 e em Imbituba, R$ 69,50 por saca. No interior do Brasil, porém, as cotações cederam até 1,71%, com as referências entre as principais praças de comercialização variando entre R$ 51 e R$ 66,50 por saca.

Os negócios pouco evoluíram nesta segunda diante dessa falta de referência do mercado internacional. Os vendedores ainda estão bastante apreensivos e esperando pelo início das operações em Chicago.

Para o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, o mercado, nesta semana, entra em uma nova onda de calmaria e poucos negócios “porque somente sofrerá alterações se algum outro homem-bomba apareça com mais escândalos (que poderiam mexer com o câmbio), o que aparentemente não se espera”, diz.

Por outro lado, o consultor lembra ainda que trata-se de um período de final de mês e há muitos produtores com a necessidade de fazer caixa para a quitação de algumas dívidas. Dessa forma, as ofertas poderiam ser ligeiramente maiores neste início de semana – apesar da calmaria esperada no dólar e em Chicago, caso o plantio continue evoluindo bem nos EUA. “E depois, tenderemos a ver (nova) redução das vendas”, conclui Brandalizze.

Os negócios no mercado internacional da soja serão retomados nesta terça-feira, 30 de maio, e analistas e consultores esperam por uma semana de volatilidade já que novas e importantes informações deverão ser reportadas nos próximos dias.

Segundo a Labhoro Corretora, a chamada de abertura desta próxima sessão na Bolsa de Chicago é de 1 a 3 pontos de baixa para os futuros da oleaginosa.

O mercado espera por dois importantes relatórios do USDA – o primeiro de embarques semanais e o segundo com a atualização do plantio e das condições das lavouras norte-americanas de milho. Além disso, se atenta ainda clima nos Estados Unidos, ao financeiro e à posição dos fundos.

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