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Agressão e homofobia em igreja vira caso de Polícia

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O pastor Rafael Alves Ferreira acusou um colega da própria instituição onde atua de tê-lo agredido fisicamente. Os 2 pertencem a Igreja Mundial do Poder de Deus. A vítima afirma que é ex-homossexual e o agressor, identificado como Jademir, é homofóbico e contava aos outros integrantes do ministério que ele tinha relações sexuais com outros homens.

Apesar da violência ter ocorrido na última segunda-feira (8), somente no final desta semana o pastor Rafael Alves fez um boletim de ocorrência no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do bairro Verdão.

Alves contou que, enquanto estava dormindo, levou um soco no peito. Ao levantar ainda com sono e machucado, Rafael correu em direção à porta, mas foi empurrado pelo agressor, que o jogou na parede e começou a estrangulá-lo.

Rafael, então, conseguiu se libertar e correu pelos corredores da sede da igreja, gritando para chamar a atenção das demais pessoas.

"Esse aí (Jademir), na verdade, não tem honra para colocar uma gravata e ser chamado de pastor", disse Rafael Alves.

Ao contar o caso para a direção da igreja, o agressor não foi destituído da função, apenas afastado da sede. Ele agora ministra em outra igreja da instituição localizada no CPA 2.

"Um pastor que é preconceituoso e homofóbico jamais pode ser chamado de pastor", reafirmou Alves.

Após o ocorrido, o pastor que supostamente agrediu Rafael fez um comentário preconceituoso sobre o caso. Segundo Alves, o colega de igreja afirmou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) fez uma visita a ele, porque teria batido em um "veado".

O bispo da igreja mundial não foi encontrado para comentar o caso. O pastor Rafael não retornou a ligação da reportagem para dar mais esclarecimentos sobre o ocorrido. O suposto agressor também não foi localizado.

 

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