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Secretário diz que comércio e indústriam aprovam horário de verão em Mato Grosso

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O horário de verão começa à 0h (zero hora) de domingo e vai até o dia 19 de fevereiro de 2006. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste – estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

A medida faz com que o país deixe de consumir 2.340 MW (megawatts). “Com o horário de verão, haverá uma redução significativa dos riscos de queda de energia e um aumento na confiabilidade de todo o sistema interligado nacional”, explicou o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau. Ao reduzir a demanda por energia, a medida propicia a redução entre 4% e 5% do consumo, o que também evita desligamentos eventuais em alguns pontos do país.

O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, Alexandre Furlan, declarou que a inclusão de Mato Grosso nesse horário especial foi aprovada por unanimidade por representantes dos setores industrial, comercial, de serviços, e de entidades classistas que compõem o Conselho de Desenvolvimento Empresarial (Cedem).

Em 2003, Mato Grosso não foi incluído no horário de verão. O argumento principal para a não inclusão foi o de que a economia de energia seria insignificante. Porém, a experiência demonstrou a necessidade de que Mato Grosso seja um dos que adotem o horário de verão, devido às dificuldades que foram causadas nos segmentos produtivos (indústria, comércio e serviços).

“As duas horas de defasagem em relação aos grandes centros e a capital da República tornam extremamente difíceis as relações bancárias e comerciais. A prática demonstrou que na verdade se acaba perdendo pelo menos três horas por dia, já que no início da manhã, no horário de almoço e no final da tarde não se consegue contato com os esses segmentos” , explica Alexandre Furlan.

O secretário acrescenta que também há o problema levantado pelo Ministério Público Estadual, que se posiciona contrário à apresentação de programas proibidos para menores em horário impróprio, devido à diferença de duas horas verificada em relação aos principais centros geradores de informação e mídia televisiva.

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