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Terminal da Cargill em Santarém que recebia parte soja de MT é fechado

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A vistoria que efetivou o fechamento do porto foi feita neste sábado pela manhã com a participação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.
Em obediência à liminar do ano 2000 do juiz federal Dimis da Costa Braga e à decisão monocrática do dia 23 de março último, do desembargador federal Antonio Souza Prudente, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), atendendo a pedido de vistoria do Ministério Público Federal, efetuou o embargo do terminal graneleiro da Cargill Agrícola S.A em Santarém, oeste do Pará.

A vistoria teve a participação do próprio MPF e da Polícia Federal. O representante da empresa que estava no local foi comunicado do embargo por ausência de licença ambiental e os portões foram lacrados pelos analistas ambientais do Ibama. As atividades da empresa na região ficam interrompidas até a realização e aprovação dos Estudos e Relatório de Impacto Ambiental (Eia-Rima)

Uma parcela considerável da soja produzida em Mato Grosso é escoada via terrestre até Rondônia e, por uma hidrovia, chega até o terminal da multinacional em Santarém e, de lá, exportada. Agora, a soja mato-grossense deve ser encaminhada para portos em Santos (SP) e Paranaguá (PR) enquanto a unidade da Cargill estiver embargada.

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