Cerca de 1,5 mil litros do ‘Leite Selene’, produzido no laticínio da comunidade rural Selene, estão sendo comercializados nos supermercados e mercearias. A maior parte vai para duas grandes redes. Antes de ser comercializado, o produto passa por um processo de qualidade. “Ao chegar dos sítios, o leite é encaminhado para análises, são eliminadas impurezas (como a acidez, por exemplo). Depois, vai para a pasteurização, é embalado e levado às empresas”, explicou o presidente da Associação Comunitária Rural Selene, Pedro Ferri.
Além de fomentar a renda dos produtores, o laticínio emprega três funcionários da própria comunidade, treinados em Terra Nova do Norte, onde está em funcionamento, há vários anos, um laticínio semelhante ao de Sinop.
A Associação Selene tem planos para produzir derivados de leite. “Nossa intenção é ter a licença para fazer queijo, pois temos uma sobra in natura, que também é vendida para um laticínio em Lucas do Rio Verde “, concluiu. Não há uma previsão para implantar esta segunda etapa.
Parte dos equipamentos do laticínio foi adquirida com recursos do Programa de Apoio Direto às Iniciativas Comunitárias, o Padic, ainda em 2000 e pelo MT Fomento, do Governo do Estado, no ano passado. A solenidade de inauguração do laticínio está programada para a próxima terça-feira à tarde.


