Apesar do Poder Executivo ter confirmado o fim da restrição imposta por um banco, para a área doada ao grupo Rodopa construir um complexo industrial com frigorífico, fábrica de biodiesel, sabão, e um curtume, avaliados em R$39 milhões, diretores aguardam a documentação ficar pronta, para, enfim, darem a ordem de serviço. Uma fonte da empresa evitou falar em prazo mas disse que o interesse do grupo é que a escritura da área saia o quanto antes.
A área, de 58 hectares, foi comprada pela prefeitura e doada, às margens da BR-163. O frigorífico deve ser a primeira estrutura a ser construída, com previsão do setor de desossa do gado ficar pronto em um ano. Ele deve auxiliar no processo de industrialização da carne que já é abatida pelo frigorífico Tatuibi, há cinco anos em Sinop.
Só Notícias apurou que desde o lançamento da pedra fundamental, em setembro do ano passado, nenhum serviço foi executado na área, devido ao entrave que havia com a instituição bancária. Nem as licenças ambientais, fundamentais que a obra esteja de acordo com a legislação, foram conseguidas, já que o imóvel não havia sido transferido.
O grupo Rodopa foi o primeiro a ser beneficiado com a lei de incentivo fiscal. A prefeitura liberou pelo menos R$850 mil, que retornarão aos cofres públicos na forma de impostos. A expectativa é que em breve o processo seja finalizado.
A restrição era porque o dono anterior (antiga Agroquímica) tem dívidas com a instituição bancária e a área também estava entre as garantias.


