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Preço da cesta básica continua subindo em Sinop, aponta pesquisa

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O preço da cesta básica, apesar de ter apresentado queda em março, voltou a subir em abril, conforme dados de uma pesquisa do Centro de Informações Socioeconômicas (CISE) da Universidade do Estado de Mato Grosso. Os dados apontam que o valor da cesta, que em março era R$ 390,96, chegou a R$ 398,55 no último mês – alta de 1,94%.

O instituto também comparou os valores e aponta que a cesta básica é mais cara em Sinop, do que em Brasília (R$ 358), Goiânia (R$ 327,59), Campo Grande (R$ 347,48) e São Paulo (R$ 387,05). A base de dados utilizada foi a do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) que mede a inflação em Sinop também apresentou alta no período. A variação chegou a 0,72%, o que, segundo os economistas, “representa uma diminuição na pressão de alta se comparada com a variação de 1,20% no mês anterior”. No acumulado do ano, o índice registra uma elevação de 3,54% e, nos últimos 12 meses, de 6,40%.

Entre os itens que puxaram a alta no último mês está “educação” que teve aumento de 7,26% “decorrente principalmente de ajustes nos preços das mensalidades de cursos superiores”. O item “vestuário” , por sua vez, apresentou uma alta de 6,14%, provocados por aumentos nos preços de calçados e acessórios. Por fim, o item alimentação teve alta de 2,48%, “com destaque para os aumentos em alguns legumes e hortaliças e em alguns produtos de panificação. Cabe ressaltar que a alta nos alimentos tem um peso maior sobre a inflação em função da sua representatividade na cesta de consumo”, afirmou o CISE.

Houve ainda queda nos preços dos itens “habitação” (2,73%) e também “artigos para residência” (8,11) “provocada principalmente por quedas nos preços de alguns móveis, utensílios domésticos e eletrodomésticos”.

Os economistas ainda ressaltaram que “a inflação em Sinop tem acompanhado o cenário nacional, salvo as variações decorrentes da dinâmica local. Embora tenha ocorrido uma retração nos indicadores, a situação ainda é incerta quanto ao restante do ano. O mercado ainda estima uma inflação relativamente alta para o ano, e os justes econômicos realizados no âmbito nacional não tem se mostrado suficiente para alterar as expectativas de alta. Assim, é provável que a inflação continue com pressões de alta, com variações mensais entre 0,50% e 1% nos próximos meses”.

A pesquisa é feita, mensalmente, pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sinop. 

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