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Pró-Logística aposta nas concessões de ligações entre Mato Grosso, Goiás e Rondônia este ano

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O diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, acredita que o governo federal mantenha, para este ano, os planos de  conceder 700 quilômetros da BR-364 em Mato Grosso interligada a BR-060 em Goiás, e também 806 quilômetros da BR-364, ligando Comodoro, a Porto Velho, em Rondônia. Ele defendeu que não há saída de dinheiro público, dependendo exclusivamente das empresas interessadas a vontade de investir, se o edital for atrativo.

Edeon também ressaltou, ao Só Notícias, o processo avançado dos planos para as concessões. “De Rondonópolis a Goiás o estudo está praticamente pronto. Agora do Comodoro a Porto Velho, ainda está em andamento”. Os investimentos devem incidir diretamente no custo do frete e transporte de grãos em Mato Grosso.

No caso da ligação Mato Grosso-Goiás, o cenário-base proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANNT) é de finalização da duplicação da rodovia nos primeiros cinco anos da concessão. Com isso, o início da cobrança de pedágio se daria após realização dos trabalhos iniciais e de 10% da duplicação (36,3 quilômetros). “Com essa proposta, a tarifa-teto seria de R$14,86 por cada 100 quilômetros”, apontou em publicação.

São esperados R$ 4,5 bilhões em investimentos. O plano engloba a BR-364, do entroncamento com a BR-163 (Rondonópolis) até o entroncamento com a BR-060 em Jataí (GO) e, de lá, até Goiânia. O planejamento aponta a concessão por 30 anos. Isso inclui todos os elementos integrantes da faixa de domínio, além de acessos e alças, edificações e terrenos, pistas centrais, laterais e locais, ciclovias, acostamentos, obras de arte especiais e quaisquer outros elementos localizados nos limites da faixa de domínio, bem como pelas áreas ocupadas com instalações operacionais e administrativas relacionadas.

Os estudos para concessão de 806 quilômetros da BR-364, ligando Comodoro, a Porto Velho, em Rondônia, devem ser concluídos este mês. O prazo foi apontado nas orientações da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) feitas às empresas autorizadas a elaborarem os levantamentos relativos ao pacote de concessões lançado pelo governador federal no primeiro semestre.

O planejamento aponta a concessão pelo menos 30 anos. Isso inclui todos os elementos integrantes da faixa de domínio, além de acessos e alças, edificações e terrenos, pistas centrais, laterais e locais, acostamentos, obras de arte especiais e quaisquer outros elementos localizados nos limites da faixa de domínio. 

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