
Há menos de um mês, o juiz da Quarta Vara da Comarca, Hugo José Freitas da Silva, decidiu manter preso Lívio, em reanálise da prisão preventiva. Considerou que não houve mudanças relacionadas aos motivos para revogação da prisão. “Reanalisando os motivos esposados na decisão que decretou a prisão preventiva, verifica-se que bem expostas estão as razões que ensejaram na decretação da prisão preventiva, face o reconhecimento da imprescindibilidade da medida extrema para garantia da ordem pública e aplicação da lei penal, não havendo alteração fática capaz de maculá-la”.
O MP apontou que "os golpes foram efetivados pelo denunciado contra as vítimas por acreditar que estas zombavam de seu estado de torpor toda vez que faziam juntos o uso de drogas, valendo-se de armas brancas – facas uma delas apreendida”.


