
A coordenadora relatou o dano coletivo que as falhas causaram e vem causando. “Recolhemos documentações do Ministério Público, houve reunião com demais Procons, também pedimos relatório a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Pedimos a CDL (Câmara de Dirigentes Logistas) que as empresas relatassem os prejuízos. O dano é coletivo. O comércio por exemplo não consegue emitir notas, consultar cadastros, vender no cartão, quem paga conta em boleto pode sofrer atraso e pagar juros, o estudante pode não conseguir pesquisar para um trabalho. Não tem como mensurar o prejuízo, é muito grande”.
Ela lembrou que há alguns anos a empresa havia apontado que o problema da interrupção era ligado principalmente às obras na BR-163, pois cabos acabavam sendo rompidos. “Ela prometeu providências, mas a internet continuou com falhas, aliás, continua até hoje”, acrescentou a coordenadora.
A empresa ainda poder recorrer da penalidade, já que a decisão é de primeira instância.


