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Investimentos em rodovias marcam primeiro ano da atual gestão estadual

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O vice-governador Carlos Fávaro trabalhou, este ano, em prol da logística e infraestrutura de Mato Grosso. Segundo a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Mato Grosso tem a pior malha viária do Brasil o que levou o governo a tratar o assunto como prioridade.

“Estrada não é só pra transportar carga, estradas servem também para salvar vidas, para trazer qualidade de vida ao cidadão do interior, daquele pequeno município que não tem o privilegio de ter uma rodovia asfaltada como acesso”, aponta Fávaro.

O vice-governador reconhece que ainda há muito o que fazer, mas lembra os avanços no primeiro ano de gestão. De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura Logística (Sinfra), Marcelo Duarte, além das ações efetivas de gestão estratégica e redução de custos, já foram feitos mais de 530 quilômetros de capa asfáltica, entre obras de construção e reconstrução.

Com a aprovação da mensagem do governo do Estado, que trata da reforma da Lei 7.263/2000 – que estabelece o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) – o foco agora, de acordo com o vice-governador, é na construção de mais rodovias, pois com o novo Fundo, haverá mais recursos para esse fim.

“O governo passado não deu atenção devida a esta área, como a tantas outras áreas. Estamos mostrando que com criatividade, com parcerias, e com seriedade e combate a corrupção, é possível fazer infraestrutura e logística com o pouco dinheiro que o Estado tem disponível pra isso”, avaliou Fávaro.

Ele cita a revisão de um contrato de gerenciamento de obras na Sinfra que gerou uma economia de R$ 180 milhões. “O valor inicial de um contrato que era de R$ 193 milhões, foi reduzido para R$ 12,6 milhões, com uma empresa com muito mais eficiência e mais serviço no portfólio”, sustenta o vice-governador.

Fávaro lembrou que apenas cinco estradas de Mato Grosso foram concedidas à iniciativa privada e ressaltou o compromisso da gestão em dar qualidade a logística do Estado. Evidenciou a necessidade de ampliar a malha ferroviária com investimentos privados, em sua maioria. “Temos que ter a ampliação da Ferronorte, fazer a Ferrogrão e a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), elas são fundamentais e só sairão do papel com investimentos da iniciativa privada”, afirmou.

De acordo com ele, o Governo trabalha para que a hidrovia Rio Paraguai volte a ser uma opção logística para Mato Grosso. “Também estamos trabalhando e acompanhando os Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) das Hidrovias Teles Pires Tapajós, Araguaia-Tocantins que são importantíssimas para o desenvolvimento do nosso Estado”.

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