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Professores da UFMT Sinop decidem nesta quarta se vão aderir à greve

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Os professores Universidade Federal de Mato Grosso vão se reunir, nesta 4ª, às 14h, para decidir se o campus de Sinop vai aderir à greve nacional em que mais de 27 instituições federais de ensino participam. “Ainda não há uma decisão. Vamos consultar os professores para saber então o posicionamento do campus. A maioria decide”, explicou, ao Só Notícias, a secretaria da Associação dos Docentes (Adufmat), Nuhara Padilha. A reunião será no auditório do sindicato, no campus da UFMT.

Caso a greve seja deflagrada, cerca de três mil acadêmicos ficarão sem aulas nos cursos de Agronomia, Enfermagem, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Florestal, Farmácia, Medicina, Medicina Veterinária, Zootecnia, Licenciatura em Ciências da Natureza, com ênfase em Física, Matemática e Química.

Ontem, em Cuiabá, os professores decidiram pelo início da greve a partir de quinta-feira (28). Foram 80 votos favoráveis, contra 56 que optaram por não decidir ainda a data e oito abstenções. A paralisação pode acontecer nos cinco campi da instituição: Cuiabá (onde já está confirmada a greve), Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças e Alto Araguaia.

Conforme Só Notícias já informou, dentre as reivindicações feitas pelos docentes estão melhores condições salariais a professores aposentados e em exercício, a não aprovação do projeto de terceirização do trabalho, a redução no custo da Previdência Social e a perda de 31% do orçamento da educação no Brasil.

Destacam ainda a necessidade da realização de novos concursos para a contratação de mais profissionais. “Estas são reivindicações históricas da categoria na luta em defesa da qualidade da educação pública Federal e a carreira dos professores federais”, informou o presidente da Adufmat, Reginaldo Silva Araújo. Quanto às reivindicações regionais, o representante afirma que uma nova reunião deverá ser marcada para discussões.

Os técnicos administrativos também decidiram aderir à greve. A assembleia da categoria foi realizada na semana passada. Entre as reivindicações, eles cobram do governo federal a reposição de perdas salariais que acumulam cerca de 27%, a criação de uma data base para negociação, a exemplo do que acontece na iniciativa privada e a democratização das universidades federais na escolha de seus reitores. 

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