
Como em Mato Grosso não há siderúrgicas, as armas já inutilizadas são escoltadas e encaminhadas ao estado vizinho, Mato Grosso do Sul. O destino e a data não são divulgados por motivos de segurança.
As armas que serão destruídas são oriundas de processos criminais e que atendem a Lei do Estatuto do Desarmamento. Outras 14 armas que estão em bom estado, serão doadas à Polícia Militar.
A ação foi desenvolvida pelo judiciário de Mato Grosso e conta com o apoio da Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça e do Exército Brasileiro. Para reunir as armas, foi designada uma força tarefa, com o objetivo de recolher e dar encaminhamento ao material.


