
A mãe de Edson relatou que ele era amigo de infância do irmão do acusado. Segundo ela, os dois tiveram um desentendimento quando ficaram presos e que, desde então, se tornaram inimigos. A mulher contou ainda que o filho foi solto antes do irmão do réu e disse que sabia que poderia ocorrer “alguma fatalidade”. Ela destacou, no entanto, que o acusado e a vítima se encontraram pela primeira vez no dia do assassinato.
A mãe do réu, por outro lado, garantiu que os filhos não estavam em Sinop no dia em que Edson foi morto. O suspeito também afirmou, em juízo, que estava morando no Estado do Pará na data do crime. Para a juíza responsável pela ação penal, Rosângela Zacarkin, apesar da negativa, “as provas testemunhais colhidas em juízo apontam indícios suficientes da autoria delitiva apontada ao acusado”.
O réu segue preso no presídio Osvaldo Florentino Leite, o “Ferrugem”. O irmão dele também é apontado como um dos envolvidos no crime. A ação penal sobre o assassinato corre separadamente na 1ª Vara Criminal de Sinop.


