
Os procedimentos, que reúnem consultas, exames e cirurgias, chegaram a 43.229 atendimentos. As equipes médicas da caravana só darão alta médica no pós-operatório de 30 dias, o que confere mais segurança aos pacientes. Por esta razão, parte da estrutura ainda ficará montada na cidade. Além de Alta Floresta, outros 11 municípios foram beneficiados pela iniciativa: Apiacás, Carlinda, Colíder, Itaúba, Marcelândia, Nova Bandeirantes, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Monte Verde, Nova Santa Helena e Paranaíta.
Com os atendimentos realizados em Alta Floresta, a Caravana chega a um número histórico: mais de 20 mil cirurgias oftalmológicas já realizadas desde a primeira edição. Ao invés das judicializações que o Governo de Mato Grosso era obrigado a cumprir, que custavam em média R$ 4.500 por olho, a Caravana da Transformação instituiu uma rede contínua de atendimento. Além disso, gerou também economia aos cofres públicos, já que cada cirurgia custa o equivalente à tabela SUS (Sistema Único de Saúde), ou seja R$ 643 por olho.
“O atendimento da caravana não termina após a desmontagem da estrutura na cidade-sede. Vale lembrar que oferecemos um 0800 para que qualquer intercorrência dos pacientes seja registrada e possuímos uma unidade de atendimento fixa em Várzea Grande para que estes casos sejam acompanhados”, lembrou o coordenador-geral da Caravana e secretário de Estado do Gabinete de Governo, José Arlindo de Oliveira.
A informação é da assessoria.


