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Silval vai assumir vaga de Pagot na Secretaria de Educação

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Reviravolta na definição de quem vai ficar na vaga a ser deixada por Luiz Antônio Pagot na Secretaria Estadual de Educação. Pagot está confirmado para ocupar o cargo de diretor-presidente do Departamento Nacional de Infra-Estrutura (Dnit). O governador Blairo Maggi anunciou no começo da noite que o vice-governador Silval Barbosa, atualmente no exercício do Governo, assumirá o cargo de secretário. Descartou, com isso, uma eventual articulação que visava o remanejamento de Agostinho Moro, da Saúde, para a Educação; e a entrada do médico e deputado Saguas Moraes, do Partido dos Trabalhadores.

A confirmação de Pagot no Dnit gerou fortes especulações durante todo o dia sobre quem ficaria com a vaga. Na semana passada, o nome do vice-governador chegou a ser ventilado para assumir o cargo – dono do maior orçamento do Estado. Mas também se falou muito no remanejamento para atrair ainda mais o PT, aproveitando-se do momento favorável das relações do governador com o presidente Lula e a bancada petista no Legislativo.

Maggi, no entanto, preferiu reforçar a articulação. De olho em 2008 e, especialmente, no seu principal “cafofo” eleitoral, a cidade de Rondonópolis. Raciocínio simples: a indicação de Silval para o cargo leva a chancela partidária porque Maggi concede ao PMDB aquilo que seus principais líderes mais almejavam, que era espaço no Governo. Conseqüentemente, afasta a possibilidade de uma aliança entre Percival Muniz e Carlos Bezerra em oposição ao seu apadrinhado político, o prefeito Adilton Sachetti.

Há tempos o deputado federal Bezerra, apontado como o gestor “mão-de-ferro” do partido, vinha se queixando da falta de participação do PMDB no Governo. Depois que entrou de férias, se refugindo em propriedades rurais distantes dos centros de articulação, Maggi viu o PMDB se aproximar cada vez mais de Muniz, em que pese saber que traria a sigla ao controle a qualquer momento se confirmasse a entrada de Pagot no Dnit. Outra alternativa de Maggi era “sacar” o desgastado secretário de Infra-Estrutura, Vilceu Marchetti, para contemplar Bezerra e seu agrupamento político. Não precisou!

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