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TCU emite análise positiva das obras da Arena Pantanal em Cuiabá

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O Tribunal de Contas da União divulgou esta semana a publicação “O TCU e a Copa do Mundo de 2014”, versão de janeiro de 2012, com informações recentes de fiscalizações e acompanhamentos das ações governamentais para o mundial. O documento é assinado pelo ministro Valmir Campelo, relator da matéria. A situação da Arena Pantanal é positiva, “sem indícios aparentes de irregularidades no processo de concessão de financiamento”. A avaliação final é que “o custo da obra civil da Arena do Pantanal encontra-se razoável quando comparado ao custo de outras arenas. O “custo por assento”, no presente caso, é de R$ 8,4 mil, o mais baixo entre os demais estádios utilizados como comparação”.

O documento destaca ainda que o acórdão TCU plenário dá ciência ao BNDES e ao Governo de Mato Grosso que “não existem, até o momento, óbices por parte daquela corte de Contas à liberação de parcelas que excedam 20% do total do financiamento às obras, nos termos pactuados no contrato de empréstimo firmado entre o banco e o governo estadual”.Além da Arena Pantanal, a fiscalização nas obras de infraestrutura obedece ao mesmo rigor.

De acordo com o governo, a equipe de engenheiros da Secopa está cumprir todas as exigências e garantir a qualidade na execução dos serviços. São medições e checagens constantes nas obras de desbloqueio e de mobilidade urbana, verificando através de ensaios (testes nos materiais e produtos a serem aplicados) a utilização dos materiais especificados.

Na duplicação da avenida Juliano Costa Marques, uma das obras de desbloqueio em andamento, os engenheiros Jamir Sampaio e Gamaliel Soares, fiscais de obra, acompanham passo a passo o trabalho da empresa contratada. No momento aguardam o resultado do ensaio da emulsão asfáltica para a pavimentação.

O engenheiro Jamir Sampaio destaca que todas as etapas são extremamente importantes, mas a parte de terraplanagem é fundamental e exige um bom acompanhamento e rigor na fiscalização. Por isso é possível ver os engenheiros com equipamentos fazendo a medição da avenida ou com uma trena conferindo os dispositivos de drenagem.

“É uma fiscalização exigida e nós da Secopa estamos cumprido o que é determinado, acompanhando os ensaios tecnológicos, testes de compactação, dimensionamento de base e sub-base”, destacou o secretário adjunto de Infraestrutura da Secopa”, arquiteto Marcelo de Oliveira.

 

 

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