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AMM elaborou mais de 2 mil projetos para prefeituras em dois anos

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O fortalecimento e ampliação da equipe técnica da Associação Mato-grossense dos Municípios, no biênio 2011/2012, refletiram de forma direta na prestação de serviço aos municípios. A criação da Central de Projetos possibilitou a elaboração de 2.270 projetos técnicos nos últimos dois anos, sendo 900, em 2011, e 1.370, em 2012. Entre os principais projetos, destacam-se os de edificação física normal, como creches, escolas, bibliotecas, campos de futebol, praça, complexo turístico, hospitais, Programa Saúde da Família, Unidades de Pronto Atendimento, além de agroindústrias, drenagem, elaboração de desenho, licenciamento, outorga de abastecimento de água, reforma e ampliação, entre outros.

O trabalho desenvolvido pela AMM tem o objetivo de auxiliar as prefeituras na captação de recursos para garantir investimento em setores essenciais para a população, como saúde, educação, saneamento e obras. Como a maioria dos municípios não possui recursos suficientes para investir em contratação de profissionais para elaborar os projetos, a instituição oferece essa oportunidade, com técnicos qualificados para atender a demanda.

Muitas prefeituras conseguiram os recursos e os projetos se transformaram em realidade, por meio de obras essenciais para a população do estado. Muitos outros projetos estão em andamento, na iminência da liberação dos recursos. A estruturação da Central de Projetos contou com o apoio do Governo do Estado, que assinou um convênio com a AMM em 2011 para garantir a contratação de parte da equipe de engenheiros e arquitetos. O convênio foi renovado em 2012.

Embora seja considerado um estado rico, devido à força da agricultura em grande escala, Mato Grosso concentra muitas desigualdades, refletidas de forma implacável na vida dos munícipes. Nos 141 municípios que integram o estado, 75% deles possuem PIB per capita abaixo da média nacional. Algumas dessas localidades têm esse índice equivalente à média de países africanos. Em 39% das cidades a maioria das famílias tem renda de até dois salários mínimos por mês, com grande parcela das pessoas vivendo na faixa de pobreza e extrema pobreza. Além disso, 68 municípios possuem o índice 0,6, o menor no critério utilizado para repasse do Fundo de Participação dos Municípios, distribuído conforme a quantidade de população. O FPM é uma das principais fontes de receita de boa parte dos municípios do estado.

Diante de todo esse quadro de dificuldade, os projetos buscam recursos através de emendas parlamentares federais ou convênios com o Estado, Ministérios, Caixa Econômica Federal, entre outras instituições. Além de representar desenvolvimento, promove a inclusão social e o bem-estar da comunidade.

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