
A magistrada destacou verificar nos autos, a “ inexistência de prova da desonestidade praticada pelo requerido na conduta inicialmente considerada ilícita pelo autor. Com efeito, conforme expresso nas informações prestadas pela Secretaria de Estado de Saúde, inexistiu impedimento em face do município autor, eis que não foi identificado qualquer vício no procedimento”.
Ela ainda acrescentou que “não existem nos autos elementos suficientes para ensejar a procedência da ação de improbidade proposta, exatamente porque ausente a má-fé e o prejuízo ao erário público”.
A prefeitura ainda pode recorrer a decisão.


