
Maurélio Ribeiro já esteve na pasta, entre 2009 e 2011. Ele assumiu logo após a greve dos médicos na gestão de Wilson Santos (PSDB), quando a pasta estava sob administração de Luiz Soares e ficou no cargo durante a gestão de Chico Galindo (PTB), durante a qual pediu exoneração por algumas vezes, mas se via obrigado a ficar já que o prefeito enfrentava dificuldades para encontrar um substituto. Ao telefone, o parlamentar afirmou desconhecer o documento, negou que tenha conversado com outros vereadores sobre a indicação e disse que não teve qualquer relação com o “abaixo-assinado”. Porém, sustentou críticas à condução da pasta. “A cidade inteira está insatisfeita”. A insatisfação foi ratificada por parlamentares como Ricardo Saad (PSDB) e Leonardo Oliveira (PTB).
Peres, por sua vez, se defendeu dizendo que não vai julgar os atos do Legislativo e afirmou que permanece no cargo enquanto o prefeito autorizar. O secretário disse ainda que a postura mais técnica que adota pode ser “interpretada, muitas vezes, como apolítica”. E lembrou avanços na atual gestão, como a inauguração do centro de distribuição de medicamentos, a abertura de concursos e a aquisição de medicamentos. O prefeito Mauro Mendes deve anunciar as mudanças no secretariado até o final deste mês.


