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Silval se despede da vida pública afirmando deixar R$ 1 bilhão em caixa

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O governador Silval Barbosa (PMDB) se despediu da vida pública, ontem, em solenidade de inauguração da Trincheira Jurumirim/Trabalhadores, aproveitando a oportunidade para responder “observações” da equipe de transição sob o próximo gestor de Mato Grosso, senador Pedro Taques (PDT). Silval disse que vai se dedicar aos afazeres na iniciativa privada, afastando rumores de que possa pleitear vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), deixando para Pedro Taques “aproximadamente R$ 1 bilhão em caixa e outros cerca de R$ 4 bilhões contratados junto as instituições financeiras para execução de grandes obras”, a cargo do pedetista. “Vou deixar R$ 1 bilhão fora as contratações como R$ 700 milhões para pontes, além de obras como o VLT”.

Recentemente, em reunião com partidos aliados, Taques teria exposto situação de aperto dos cofres públicos de Mato Grosso, com aproximadamente R$ 2 bilhões comprometidos, sendo R$ 1,3 bilhão de restos a pagar. O governo estadual rebate as ponderações. Garante o desempenho equilibrado das ações governamentais, regra válida ao exercício financeiro e fiscal de Mato Grosso.

O governador reafirmou a disposição da equipe de transição do Palácio Paiaguás, comandada pelo secretário chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, de disponibilizar com celeridade todos os dados solicitados pelo grupo do pedetista, na responsabilidade do prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT). Representantes de Taques por vezes, reclamam de demasiada demora para obtenção de informações.

Silval reconheceu dificuldades para cumprir o extenso cronograma de projetos e programas pautados em sua administração. Mencionou o ambiente que exigiu do Executivo de Mato Grosso habilidade para assegurar compromissos como a realização da Copa 2014, em prazo curto. Prometeu inaugurar complexo de obras até o dia 31 de dezembro, quando termina seu mandato. E desejou para Pedro Taques uma evolução positiva para a reforma administrativa que é a base da nova gestão estadual.

“Eu quando assumi disse que teria estruturas como a Secretaria das Cidades e outras. Ele (Taques) disse que vai fazer uma reforma enxugando a máquina e cortando secretarias. Espero que consiga, e redução de secretarias depende da Assembleia Legislativa”.

Reiterou ainda que irá colaborar com Taques para possíveis mudanças, devendo avaliar o pedido.

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