
Segundo ele, independente de alguma atitude que o Sintep teve, a administração não pode “levar para o lado pessoal, sem buscar um entendimento. Que recebessem pelo menos uma comissão de profissionais. Não pode ficar mantendo portas fechadas. O mais prejudicado com isso são os cerca de 10 mil alunos das escolas municipais”, pontuou.
A prefeitura expôs que só negocia se os servidores voltarem ao trabalho e aponta que a adesão ao movimento não é total, calculando que cerca de 8 mil alunos estão sem estudar. A prefeitura sustenta que está no limite prudencial de gastos com funcionários e não tem como atender agora a equiparação salarial e de carga horária com os servidores estaduais, pois teriam que ser contratados mais funcionários para compensar a redução de horas (de 40 para 30 semanais) que o Sintep cobra, bem como a equiparação salarial. Os da rede estadual trabalham 30 horas e recebem R$ 1.747. Os municipais cumprem 40 horas e ganham R$ 1.697. O Sintep rebate a prefeitura alegando que não quer a equiparação imediatamente e aceita para que comece a vigorar ano que vem e pode ser feita em 3 anos.
Outro questionamento do vereador é sobre o andamento das obras em Sinop. São R$ 16 milhões de investimentos em obras paralisadas, muitas estão totalmente paradas enquanto a prefeitura paga um absurdo de aluguel de prédios”, ressaltou.
O vereador, que também é professor, finalizou dizendo que se fosse atribuir uma nota ao gestor municipal, no quesito Educação, seria cinco. Ou seja, abaixo da média.


