
O investidor Roberto Martins, de São Paulo, que lidera o grupo empresarial pretende se reunir com o prefeito, nos próximos dias, e cobrará definição para liberar o terreno. Ele reiterou, ao Só Notícias, que não tem interesse por outro imóvel, próximo ao aeroporto, que foi sugerido como opção.
A prefeitura cobra IPTU desta área (e de outras da colonizadora) e a empresa questiona a cobrança, na justiça, tendo ganhado a questão na comarca de Sinop. A empresa também informou, em nota, que ofereceu garantias para que a prefeitura libere a referida área, perto da Universidade Federal de Mato Grosso, na avenida Alexandre Ferronato, para as obras iniciarem. O prefeito, em entrevista, disse desconhecer que a empresa ofereceu garantias para que a prefeitura possa conceder a certidão.
A empresa reafirmou, em nota, que ofereceu outras áreas como garantias para a prefeitura liberar o terreno na avenida Alexandre Ferronato.
Irritado com críticas pela demora em solucionar o impasse, o prefeito chegou a falar para empresários donos de áreas vizinhas a esta pretendida para construir o shopping, que se juntassem e pagassem os R$ 8 milhões de IPTU. Ele também apontou que o débito com imposto das áreas da colonizadora seriam de R$ 72 milhões.
A previsão é que a construção do shopping gere cerca de 300 empregos diretos. O empreendimento terá mais de 22 mil metros quadrados. A licença ambiental para construi-lo na área perto da UFMT já foi concedida e, o projeto de segurança, aprovado.


