
Segundo as investigações da PF e denúncia feita pelo Ministério Público Federal, Eder é apontado como principal operador de um suposto esquema de lavagem de dinheiro que envolvia o Bic Banco, responsável por emprestar dinheiro à empresa de Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça. Como garantias, a instituição recebia precatórios e créditos de contratos com o governo. Ao menos 10 inquéritos foram instaurados para apurar o esquema.
A fraude ocorria, conforme análise dos policiais, na destinação do dinheiro, utilizado para abastecer campanhas políticas e no pagamento de propina diversos políticos de Mato Grosso. Ao menos R$ 520 mil teriam sido enviados à empresa de propriedade de Lopes.
A informação, revelada na 4ª fase da operação, foi negada pelo secretário. Ele explicou que emprestou o nome da empresa para que a antiga Associação Amantes do Futebol e Amigos do Mixto (Afam) pudesse receber uma cota de patrocínio.
No decorrer das investigações, Eder e Cuzziol foram presos pela Polícia Federal. Enquanto o superintendente do banco foi libertado, o ex-secretário segue preso no Centro de Detenção Provisória da Papuda, em Brasília.


