
Conforme explicou o procurador-geral do MPE, Paulo Prado, foram priorizados cinco pontos no planejamento: a área criminal e o combate às organizações criminosas; o zelo pelo patrimônio público; o meio ambiente; a criança e o adolescente; a cidadania. "Cada uma dessas áreas terá ou já possui um procurador de Justiça, que vai estimular e cobrar a aplicação do Planejamento Estratégico e a efetivação das metas elencadas".
O PDI foi instituído em 2012 pelo Tribunal de Contas do Estado com foco no desenvolvimento integrado e permanente de todas as Instituições públicas fiscalizadas, transferindo conhecimento, tecnologias e boas práticas de gestão.
Este foi o primeiro Planejamento Estratégico elaborado pelo MPE e, para o presidente do tribunal representa um avanço prático e simbólico. "O Ministério Público é um órgão forte e preocupado com política efetivamente no seu cotidiano. Essa parceria valoriza o trabalho das duas Instituições e potencializa as ações promovidas".
Teis ressaltou, também, que, quando uma Instituição pública valoriza o Planejamento Estratégico, a sociedade recebe a maior parcela de benefícios. "A partir do momento que o Ministério Público colocar o Planejamento em prática, com certeza, haverá maior entendimento quanto à vigilância exercida sobre o papel do gestor público. As comarcas terão um entendimento determinado dos passos a seguir".


