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Leitão diz que reforma ministerial foi articulada por Lula e que Dilma “é apenas um fantoche”

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O deputado federal e presidente do PSDB, Nilson Leitão voltou a defender o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) após o Tribunal de Contas da União dar parecer contrário às pedaladas fiscais da gestão petista de 2014. Durante entrevista a uma rádio de Cuiabá, o vice-líder do PSDB na Câmara Federal afirmou que o resultado unânime do TCU reforça a tese dos crimes de responsabilidade cometidos pela presidência da República. "Números maquiados são muito graves, são mentiras, enganações, com números oficiais, então, é claro que isso acarreta cada vez mais para um impeachment", disse.

Leitão reforçou que já existem pedidos de impeachments para serem apreciados no Plenário. "Vários já foram rejeitados pelo o presidente da Câmara, 8 ou 9 já foram arquivados, outros serão avaliados na semana que vem. Eu acredito que os principais, da autoria do ex-petista Hélio Bicudo e também do doutor Miguel Reale Júnior, esses dois com muito fundamento deverão ser apreciados, caso indefira, ai sim a oposição entrará com recurso", ressaltou.

Leitão chegou a declarar que a presidente da República não tem mais condições de governar o País e já até terceirizou as discussões políticas e decisões econômicas. "A Dilma, agora por último, faz uma reforma ministerial, ela não deu palpite em nada, a reforma foi feita pelo o ex-presidente Lula, ela terceiriza também ao Lula o governo, então ela é apenas um fantoche, está lá sentado sem reação, sem condição de governar […] Perdeu a credibilidade".

Em outra ocasião, o tucano sugeriu que a petista renunciasse o cargo, em uma demonstração de “espírito público’. “A renúncia é o melhor caminho para não ter nenhum tipo de desgaste maior do que o que está tendo atualmente no Brasil. Caso isso não venha a ocorrer, não tenha dúvida de que será pelo caminho legal e institucional para chegar na saída dela, através do impeachment”.

O deputado federal finaliza dizendo que acredita que a votação, no Congresso Nacional, das contas de Dilma Rousseff ainda será neste ano, no mais tardar, em fevereiro de 2016.

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