O presidente eleito da câmara de Cuiabá, Ilde Taques (Podemos), deu explicação, inicialmente, pouco convincente depois da operação do GAECO, sobre corrupção na eleição da mesa diretora da Câmara de Várzea Grande. Ele afirmou que os R$ 40 mil encontrados pela PM, durante uma abordagem onde estavam vereadores apoiadores de Wanderley Cerqueira, em uma chácara, eram provenientes de um empréstimo pessoal. Ele disse que participou de um almoço com vereadores do município vizinho a convite de seu amigo pessoal, o vereador Miguel Júnior. “Não faz sentido estarmos envolvidos em articulações políticas de outro município. Não tive e nem tenho qualquer ligação política, muito menos ilícita, com a eleição da Câmara de Várzea Grande”, defendeu-se. A operação do GAECO foi na segunda-feira tendo 13 vereadores como alvo em Várzea Grande e dois de Cuiabá, um deles Ildes.


