A Polícia Civil deflagrou, hoje, uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, em parceria com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com o objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica. Foram cumpridos mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades, como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.
Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos e autuadas por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.
Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$ 180 mil à concessionária.
“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.
A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.
Receba em seu WhatsApp informações publicadas em Só Notícias. Clique aqui.


