O Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) faz, neste momento, operação Cathedra Venalis, (cadeira venal ou “cargo negociado) e cumpre 30 mandados em Várzea Grande, Cuiabá e Chapada dos Guimarães. Entre os investigados estão 13 vereadores de Várzea Grande e dois de Cuiabá. A apuração tem como foco “possíveis irregularidades envolvendo a mesa diretora da Câmara Municipal de Várzea Grande. As medidas judiciais visam reunir novos elementos de prova para o aprofundamento dos trabalhos conduzidos pelo GAECO, que investiga a possível atuação de uma organização criminosa em crimes contra a Administração Pública” com “atuação estruturada de um grupo que teria se dedicado à obtenção de vantagens indevidas, cooptação de agentes públicos, práticas de corrupção e outras irregularidades com potencial impacto sobre atividades da administração”.
As equipes ainda estão cumprindo as medidas de buscas e demais autorizadas pela justiça e o teor está sendo apurado. A investigação em Várzea Grande, seria relacionada a suposta compra de votos para eleição da mesa diretora, que ocorreu em maio, após muita polêmica e disputa judicial com a reeleição de Wanderley Cerqueira. Dentre os alvos estão os vereadores Wanderley, Rogerinho, Raul Curvo, Gisa Barros, Cilço da Cruz, Braz Jaciro, Alecsand Moreira da Silva (Alessandro), Wender Silva, Denival Galibert, Miguel Angel, Kleberton Feitoza, Emerson César, Raul Curvo e servidores.
Na capital, os vereadores Ilde Taques e Alex Rodrigues seriam os alvos. Ildes foi eleito, há poucos dias, presidente da câmara.
Conforme o GAECO, a apuração busca reunir provas sobre a possível atuação de uma organização criminosa voltada à obtenção de vantagens indevidas, cooptação de agentes públicos e práticas de corrupção. As buscas têm como objetivo reunir novos elementos de prova e aprofundar as investigações. Cerca de 200 policiais militares e investigadores da Polícia Civil participam da operação.
Em instantes mais detalhes.


