O custeio da safra 26/27, mês passado, ficou estimado em R$ 4.326/hectare, ou 38,69 saca/hectare, ajuste de 0,06% em relação ao último mês. Apesar de a consolidação do custo vir apenas no próximo mês, esse já é resultado próximo do resultado final (dado que as compras de insumos para a temporada já estão praticamente encerradas) e já está 2,08% acima do observado na safra 25/26, cujo custeio ficou consolidado em 37,90 saca/hectare.
O IMEA também informa que, dessa forma, com o custo mais elevado e diante do cenário climático de El Niño para este ano, que deve pressionar a produtividade da oleaginosa, o produtor mato-grossense deve se atentar, especialmente, ao 3º pilar da rentabilidade, ou seja, o preço de venda através da comercialização do grão, aproveitando as oportunidades oferecidas pelo mercado. Chicago já apresentou boas janelas de negociação, com vencimentos futuros acima de ¢US$ 13,00/bu, o que se reflete no ritmo de comercialização da safra 2026/27, que está acima do observado nas safras mais recentes.
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Custeio da safra de soja em Mato Grosso é 2% maior
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Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)
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