Por unanimidade, o pleno do TCE não acatou recurso da prefeitura de Sinop manteve suspensa a execução do contrato de terceirização integral da merenda escolar de Sinop, avaliado em R$ 42,6 milhões porque houve mudança do modelo descentralizado para a terceirização integral sem um estudo técnico comparativo que demonstrasse a vantagem econômica na alteração. A denunciante também apontou a concentração de atividades distintas (comida, logística e manutenção) em um lote único e a desclassificação das seis primeiras colocadas no certame, o que teria beneficiado a empresa classificada em 7º lugar. A decisão é mais um desgaste político para a gestão do prefeito Roberto Dorner, que apresentou recurso após decisão monocrática, alegando que a mudança foi para sanar falhas de desabastecimento do modelo anterior, mas não convenceu os conselheiros que mantiveram a proibição da licitação.


