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União não chega a acordo e define daqui a pouco no voto se Jayme vai ao governo ou apoia Pivetta

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Só Notícias (foto: assessoria - atualizada 11:49h)

O União Brasil em Mato Grosso iniciou, há pouco, na CDL em Cuiabá, sua convenção estadual, dividido. Não houve consenso nas últimas reuniões dos líderes e convencionais, ontem à noite, para chegar a acordo e a decisão será no voto: Jayme Campos ao governo ou apoio para Otaviano Pivetta (Republicanos) concorrer a governador. As duas alas fazem contas. A de Jayme prevê em torno de 28 votos. A ala liderada por Mauro Mendes prevê em torno de 27 votos.

O ex-governador Mauro Mendes reuniu aliados, ontem à noite, na tentativa de achar uma saída para composição de última hora mas não houve acordo. Uma opção seria deixar o partido livre para apoiar Jayme ou Pivetta, cada filiado apoiaria quem quisesse. Mas Mauro não teria aceitado. Foi proposto para Jayme concorrer à reeleição ao Senado mas não topou.

“Essa convenção é a primeira vez que vi, na história contemporânea da política brasileira, em que apenas um candidato se inscreveu para ser candidato a governador e vai ter que ir para o voto. Eu imagino que teria que ser por aclamação”. “Confio plenamente nos nossos convencionais. O voto é soberano. Eu quero crer que vamos ter uma votação expressiva aqui. Vamos vencer a convenção, com certeza. Até pela nossa história, nossa biografia”, declarou Jayme, ao chegar na convenção.

Pelo estatuto, tendo número regimental de três quintos dos 51 convencionais para começar a votação dos pontos que não têm consenso. A maioria, ou por aclamação, pode definir candidaturas a deputado federal e a estadual. O União vai referendar Mauro Mendes ao governo. Em seguida tem a decisão para governo. A votação será secreta. A convenção tem que durar cinco horas e o resultado sai às 16h.

“Eu sou partidário. Vou votar com meu partido, que tem proposta de candidatura ao governo. O Jayme colocou nome e defendo a candidatura proposta pelo partido que é do senador Jayme concorrer”, disse, há pouco, ao Só Notícias, o deputado Dilmar Dal Bosco. “Não é ser contra o Pivetta. O partido colocou um nome, sou partidário e vou votar no partido”, justificou.

O ex-governador Mauro Mendes anunciou, ao deixar o governo, em março, que o acordo firmado é para o União apoiar Pivetta (Republicanos) ao governo do Estado.

Em instantes mais detalhes.

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