PUBLICIDADE

Medeiros defende emancipação da UFMT em Sinop e obras na 163 após demandas apresentadas pela Unesin

PUBLICIDADE
Só Notícias/Wellinton Cunha (foto: assessoria)

A direção da União das Entidades de Sinop (Unesin) apresentou três demandas, consideradas prioritárias para o Nortão ao deputado federal José Medeiros (PL), que se comprometeu a mobilizar a bancada federal para atendê-las. A principal foi o fortalecimento da articulação política em defesa da emancipação do campus da UFMT em Sinop e da criação da universidade federal autônoma no Norte de Mato Grosso.

“A sociedade organizada em Sinop se sente abandonada, porque os recursos da UFMT vão para sede em Cuiabá e não chegam até aqui. E eu tive que concordar com eles que o caminho natural vai ser o de emancipação, porque Rondonópolis já passou por esse estágio com a criação da universidade federal própria”, avaliou, ao Só Notícias, o deputado. O coordenador da comissão interinstitucional em defesa da emancipação do campus, Cleyton Laurindo, e empresários também participaram da reunião.

A Unesin também solicitou apoio para acelerar a evolução do projeto da Ferrogrão, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro. O terceiro tema discutido foi o prazo estimado de nove anos para a duplicação da BR-163 no trecho entre Sinop e Guarantã do Norte, já autorizado pela ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestres), considerado pelo presidente da Unesin, Luiz Fernando Aranda, como muito longo. São 240 km para duplicar. O movimento de carretas escoando grãos cresceu consideravelmente, nos últimos anos, para transporte até o porto em Miritituba (PA) e a duplicação trará maior segurança e agilidade na trafegabilidade de milhares de usuários. O trecho de Sinop ao Pará está sob concessão e a empresa apresentou, recentemente, repactuação do contrato e, para fazer as obras, requer prazo maior de concessão. Segundo a ANTT, a proposta em debate abrange 1.009 quilômetros de extensão, com previsão de R$ 10,4 bilhões em investimentos, R$ 4,7 bilhões em custos operacionais. Mês passado houve audiência pública e foi apresentada previsão, de duplicação de aproximadamente 246 quilômetros, implantação de 393 quilômetros de novas vias e faixas adicionais, 30 quilômetros de vias laterais, além de melhorias em interseções, retornos, passarelas e pontos de ônibus. Na avaliação do senador, no entanto, o problema não está apenas no volume de investimentos, mas principalmente na velocidade de entrega e na prioridade adotada para os segmentos com maior registro de acidentes.

Receba em seu WhatsApp informações publicadas em Só Notícias. Clique aqui.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Vice-prefeito de Várzea Grande eleito presidente da Fecomércio

O empresário Sebastião dos Reis Gonçalves, o Tião da...
PUBLICIDADE