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Júri popular de policial civil acusado de matar PM entra no 3º dia em Cuiabá; assista ao vivo

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Redação Só Notícias (fotos: Alair Ribeiro - atualizado 09h54)

O terceiro dia de Tribunal do Júri do investigador da Polícia Civil, Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves (foto destaque), acusado de matar a tiros o policial militar Thiago de Souza Ruiz, foi retomado na manhã desta quinta-feira, no Fórum de Cuiabá.

Nesta quinta-feira, o promotor de justiça solicitou a oitava de uma nova testemunha (sargento PM Eder Leal Caetano, atuante em Acorizal), o que foi submetido ao corpo de jurados, cuja maioria acatou o pedido. A defesa então solicitou também a oitava de outra testemunha, o coronel PM Marcos Eduardo Ticianel Paccola, o que foi acatado pelo magistrado, com a condição de que não sejam mais solicitadas novas testemunhas, em respeito aos jurados.

Também pode ser ouvido ainda hoje o réu, antes de o rito processual seguir para a fase de debates entre acusação e defesa.

Na terça-feira, foram ouvidas a ex-convivente da vítima, Walkuíria Filipaldi Corrêa; o delegado plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no dia da ocorrência, André Eduardo Ribeiro; Gilson Vasconcelos Tibaldi de Amorim Silva e Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior, ambos que estavam presentes no momento do crime.

Já ontem, foram ouvidos os delegados da Polícia Civil José Ricardo Garcia Bruno (superior hierárquico do réu, na época do fato), Guilherme Bertoli, André Monteiro e Guilherme Facinelli.

A audiência é conduzida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal da Capital. A acusação é feita pelo promotor de justiça Vinícius Gahyva Martins, com assistência de acusação patrocinada pelo advogado Rodrigo Pouso. Já a defesa do réu é feita pelos advogados Cláudio Dalledone e Renan Canto.

De acordo com as investigações, na madrugada do crime, no dia 28 de abril de 2023, a vítima chegou acompanhada de um amigo à conveniência de um posto de combustível, próximo à Praça 8 de Abril, em Cuiabá. Posteriormente, Mário Wilson também chegou ao local e foi apresentado ao policial militar Thiago de Souza Ruiz.

Imagens de câmeras de segurança registraram os envolvidos conversando momentos antes do crime. Conforme o inquérito, em determinado instante, Thiago Ruiz teria mostrado a arma que portava na cintura. Na sequência, o investigador civil se apoderou do revólver e efetuou os disparos. O policial militar morreu no local.

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