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Seis são condenados por espancar preso até a morte em MT; “brutalidade’, diz promotor

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

O tribunal do júri em Água Boa (747 km de Cuiabá) condenou seis réus a penas que, somadas, chegam a 138 anos de reclusão, pelo homicídio qualificado de Gabryel Eduardo Oliveira da Silva, ocorrido em março de 2024 na Penitenciária Major Zuzi. O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria do crime, acolhendo a tese sustentada pelo Ministério Público de Mato Grosso.

Segundo a sentença, os acusados Ryan Aparecido Correa da Silva, Carlos Alberto Cavalcante da Silva, Rodrigo Cruz de Aguiar, José Cleiton Melo da Silva, Sávio Souza Mendes e Valdeilson Anastácio Sobrinho foram condenados por homicídio triplamente qualificado, com base em motivo torpe, uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

As provas reunidas ao longo da investigação e da instrução demonstraram que a vítima foi submetida a intensa agressão física, com múltiplos golpes desferidos por várias horas, o que resultou em morte por hemorragia interna decorrente de ação contundente. “Trata-se de um crime marcado por elevada brutalidade, praticado de forma coletiva e com total desprezo pela vida humana, o que foi devidamente reconhecido na condenação. A atuação do Ministério Público teve como base um trabalho técnico consistente”, destacou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.

Os autos apontam que o crime ocorreu dentro da unidade prisional e estaria relacionado à atuação de organização criminosa, tendo a vítima sido alvo de agressões motivadas por rivalidade entre facções. O conjunto probatório incluiu laudos periciais, registros internos, depoimentos e outros elementos que evidenciaram a dinâmica violenta da ação e o envolvimento coletivo dos réus, segundo informou o MP.

O réu Ryan Aparecido Correa da Silva foi condenado a 20 anos de reclusão. Carlos Alberto Cavalcante da Silva, Rodrigo Cruz de Aguiar, Sávio Souza Mendes e Valdeilson Anastácio Sobrinho receberam penas de 24 anos de reclusão cada um. José Cleiton Melo da Silva foi condenado a 22 anos de reclusão.

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